sexta-feira, 2 de maio de 2008

MATAR POR DIVERSÃO

Talvez você tenha ouvido dizerem que a tourada é uma arte, mas não é... É uma Ciência... A ciência da Tortura. Nada na brava tourada é genuína, apenas a dor.
24 Horas antes de entrar na arena, o touro é submetido a um confinamento às escuras para que ao soltá-lo, a luz e os gritos dos espectadores o aterrorizem e trate de fugir saltando as barreiras, produzindo uma imagem ao publico de que o touro é feroz, mas a condição natural do touro é fugir, NÃO de atacar.
Também cortam os cornos para proteger ao toreiro.
Penduram-lhe sacos de areia no pescoço durante horas.
Batem em seus testículos e rins.
Induzem-lhe à diarréia ao colocarem sulfatos na água de beber.
Tudo isto com a finalidade de que chegue débil ao rodeio e em completa desordem.
Untam-lhe graxa nos olhos para dificultar-lhe a visão, e nas patas lhe colocam uma substância que lhe produz ardor e lhe impede manter-se quieto, assim o toureiro não diminue sua atuação.

Os cavalos dos picadores

Escolhem cavalos que já não têm valor comercial, porque o animal morre após 3 ou 4 touradas quando muito, é muito habitual que o animal sofra fraturas múltiplas de costelas ou destripamentos.
Colocam-lhes um protetor toráxico simulando que realmente lhes protege, mas na realidade tratam de que o público não veja os ferimentos no cavalo que com freqüência apresentan exposição de vísceras.

O trabalho do picador

Se o toureiro percebe que o touro investe com muita energia, ordena ao picador que faça seu trabalho: Consiste em desangrar o touro para debilitá-lo, cravando-lhe no lombo uma lança que destroça músculos (trapezio, romboides, espinhoso e semiespinhoso, serrato e transversos da cervical). Lesiona, além do mais, vasos sanguíneos e nervos.

Isto é para que o toureiro possa brindar a expresão artística que se supõe ter este espectáculo.

Apeas um desses ferimentos poderia acabar com o touro, por isso se faz em tres tempos “para maior deleite da distração.”

As bandarilhas

As bandarilhas asseguram que a hemorragia prossiga; tentam colocá-las justamente no mesmo lugar já ferido com os ganchos de metal.
O gancho se move dentro da ferida a cada movimento do touro e com o seu roçar, o peso das bandarilhas têm precisamente essa função.

Algumas bandarilhas têm um arpão de 8 cm, e é chamado de "castigo”, ao qual é submetido o touro quando consegue escapar da lança do picador. As bandarilhas prolongam o rasgo e afundamento das feridas internas. Não há limite para o número de bandarillas: tantas quantas sejam necesarias para rasgar os tecidos e pele do touro.

Demonstrando valor

a perda de sangue e as feridas na espinha dorsal impedem que o touro levante a cabeza de maneira normal, e é quando o toureiro pode aproximar-se.

Com o touro já perto do esgotamento, o toureiro já não se preocupa de haver perigo e pode se dar ao luxo de afastar-se do touro depois de um passe especialmente "artístico", deixando fora o peito e exibindo-se ao receber os aplausos do público.

Quando o touro alcança este estado lastimável, o matador entra na arena em uma celebração de bravura e machismo, para enfrentar um touro exausto, moribundo e confuso.

A espada

O touro é atravessado com uma ESPADA de 80 cm de comprimento, que pode destroçar-lhe o fígado, os pulmões, a pleura, etc., de acordo com o lugar por onde penetre no corpo do animal; quando rompe uma grande arteria, o touro agoniza com enormes vômitos de sangue.
À hora de matar, se o touro corre com um pouco de sorte morre de uma estocada, mas não como se pensa de uma estocada no coração, mas que a espada penetra pulmões e diafragma, às vezes uma artéria maior, daí a hemorragia que se verifica no focinho e na boca. Às vezes morrem afogados em seu proprio sangue

A tortura continua

O touro, em uma tentativa desesperada por sobreviver, resiste a cair, e costuma encaminhar-se penosamente até a porta por onde o fizeram entrar, procurando uma saída de tanto maltrato e dor. Mas então o apunhalam na nuca com otra comprida espada que termina com uma lâmina de 10 cms. Apesar destes terriveis tormentos, o animal não costuma morrer de imediato por sua grande fuerça, mas finalmente cai ao solo, porque a espada penetrou destrozando seus órgãos internos.

E mais tortura

'Finalizam' com a PUNTILHA de 10 cm com o que tentam seccionar-lhe a medula espinhal, à altura das vértebras 'atlas' e 'axis'. O touro fica assim paralizado, sem poder sequer realizar movimentos com os músculos respiratórios, e morre por asfixia, muitas vezes afogado em seu próprio sangue, que jorra pela boca e pelo nariz.

DEPoiS QUE LHE DESTROÇAM AS VÉRTEBRAS, O TOURO PERDE O CONTROLE SOBRE SEU CORPO DO PESCOÇO ATÉ EM BAIXO, NO ENTANTO ATÉ EM CIMA MANTEM-SE INTACTO, PELO QUE ESTA CONSCIENTE DE TODO O HORROR E DE COMO É ARRASTADO PARA FORA DA ARENA.

Não seja indiferente a sua dor

Você consegue ver a lágrima escorrendo ?

Reflita

A comiseração com os animais está intimamente ligada com o carácter, de tal maneira que se pode afirmar seguramente, que quem é cruel com os animais não pode ser boa pessoa.

Como você pode ajudar?

Não assista a touradas

Não apoie políticos, artistas e comunicadores associados a esta barbárie

Não consuma produtos de empresas que os patrocinem


Mas o mais importante... Ensine a seus filhos o respeito pelos seres vivos

1 comentário:

ღjullybrasil disse...

como pode uma crueldade assim divertir??